
Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que "é melhor ser gentil que ter razão" e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez. Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.
Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580572773
Páginas: 256
Quero começar essa resenha com uma das citações da capa: "Você acha que eu sou mais maluco que você?". Posso continuar com essa de citações e parafrasear Augusto Cury (se não me engano): "De gênio e louco, todo mundo tem um pouco"? Eis um assunto que sinto falta de ver nos livros: loucura. Acredito que não seja uma abordagem muito fácil, mas ela está aí pronta para ser explorada. Beijos, Matthew Quick, que conseguiu encarar da melhor forma possível.
O ponto principal que quero levantar é a credibilidade com a loucura, a caracterização dos personagens, o tracejar psicológico. O lado bom da vida é narrado em primeira pessoa por Pat, de 34 anos, que após dar um tempo com a esposa, Nikki, perde uma parte da memória e é internado num hospital psiquiátrico. O livro começa quando ele sai de lá, quase quatro anos depois, sem noção de tempo e com esperança de recuperar a mulher.
Em momento nenhum o autor disse, com todas as palavras, que Pat é louco. Porque, minha análise como leitora sem nenhum curso de psicologia, Pat não é. Eu diria, no minimo, uma pessoa desequilibrada pela falta de realidade. O personagem acredita que a vida é um filme com final feliz, no seu caso, o reencontro com Nikki. Esse positivismo exagerado deixa irreal, sua mentalidade é afetada por isso. Mas loucura, como alucinações, realidades paralelas e problemas mentais reais, não é o caso de Pat. Repito: análise como leitora sem nenhum curso de psicologia.
Então Pat começa a se encontrar com Tiffany, como amigos, claro, porque ele é absolutamente fiel à Nikki. Ela é viúva, com depressão, e uma das personagens mais complexas e reais que já tive o prazer de ler. Adorei Tiffany, seu mau humor, sua inteligencia, autoridade e seus surtos. Por mais contraditório que pareça, quem deu o ar comédia ao livro foi ela. Lembre-se que nem sempre comédia e diversão são conceitos iguais.
O lado bom da vida é um livro sobre personagens, e não vejo como sair essa resenha de modo que não seja sobre tais. É um livro gostoso de ler, super rápido e envolvente, com uma boa base, uma boa credibilidade. Tirei uma estrela por não ter sentido algo de outro mundo, mas de modo algum foi uma leitura decepcionante. Estou hiper curiosa com o filme, mesmo que ache Jen Lawrence nova demais para o papel. Recomendo!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa
Estou curioso para ler e ver o filme! Pensei em ir ver no sábado passado, mas descobri que o filme ia estrear só nesta sexta! Acho legal abordar um assunto tão atual, mas pouco comentado que nem a loucura!
ResponderExcluirBeijos
parece ser um livro bem diferente mesmo, pelo fato de poucos autores comentarem sobre loucura
ResponderExcluirquero ler o livro, e claro, ver o filme tbm!
espero que um seja tão bom quanto o outro.
Já estou lendo o livro! adorei a resenha, Pat é muito doido no bom sentido! ainda não cheguei na parte da Tiffany <3
ResponderExcluirAdorei o livro.
ResponderExcluirAchei muito fofo o personagem, o jeito dele pensar, sempre tentando ver o lado bom das coisas. E a sua luta para ter de volta a esposa, é tudo muito emocionante.
Beijinhos,
Thais Priscilla
http://thaypriscilla.blogspot.com.br
Comprei o livro ontem, estou super curiosa pra ler. Ótima resenha, certamente me questionarei sobre o Pat ser louco ou não...
ResponderExcluirAdorei sua resenha, estou louca pra ler esse livro, já to com ele aqui, é o proximo na minha lista de leitura, pelo que vc disse, concordo, a Jennifér parece ser muito nova mesmo
ResponderExcluirUm pouco de loucura é bom! O livro parece bom. Ótima resenha.
ResponderExcluirNossa, estou louca neste livro. Pretendo lê-lo antes de ver o filme, mas pelo jeito isso não vai ser possível.
ResponderExcluirO livro do momento! haha
ResponderExcluirTodo mundo falando super bem, to morrendo de vontade de ler – mas não poooosso comprar mais livros, oh :/
Parece ser uma história bem engraçada e interessante e com certeza o livro já foi pra minha imensa wishlist :D
O filme parece ser bem legal tbm, apesar de ter a Jen lawrence, que nao gosto.
bjim
Esse livro até agora, está bem cotado. Estou bem curiosa.
ResponderExcluir;)
Já assisti o filme e o achei maravilhoso.
ResponderExcluirAgora tenho muita vontade de ler esse livro.
ja pedi o livro de aniversario, e sei que vou ganha estou ansiosa pela leitura a sua resenha ficou boa demais!
ResponderExcluirEstou MUITO afim de ler esse livro, o enredo me prendeu completamente, nao vejo a hora de conseguir lelo!!
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